Lei de Acesso à Informação
Lei de Acesso Informação: mais informações a respeito no link abaixo: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2012/05/lei-da-cidadaos-mais-acesso-informacoes-sobre-servico-publico.html Postado por: Priscila Sena
Postado por Para todos às 22:35:00
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Sociedade em rede: malefícios ou benefícios?
Jonathan Zittrain: A Web como atos aleatórios de gentileza http://www.ted.com/talks/lang/en/jonathan_zittrain_the_web_is_a_random_act_of_kindness.html Clay Shirky: Como o superavit cognitivo mudará o mundo http://www.ted.com/talks/lang/en/clay_shirky_how_cognitive_surplus_will_change_the_world.html Amber Case: Agora somos todos ciborgues
Sheena Iyengar: A arte de escolher Chimamanda Adichie: o perigo de uma única história
Postado por Edna, CIN/UFSC às 02:13:45
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Leituras dia 15 maio
maio | 15 | a) GONZÁLEZ DE GÓMEZ, Maria Nélida. Informação: dos estoques às redes. Ciência da Informação, Brasília, v.24, n.1, 1995. b) GONZÁLEZ DE GÓMEZ, Maria Nélida. Novos cenários políticos para a informação. Ciência da Informação, Brasília, v.31, n.1, p.27-41, jan./abr.2002. c) GONZÁLEZ DE GÓMEZ, Maria Nélida. As relações entre ciência, estado e sociedade: um domínio de visibilidade para as questões da informação. Ciência da Informação, Brasília, v.32, n.1, p.60-76, jan./abr.2003. d) BARRETO, Aldo de Albuquerque. Os agregados de informação: memórias, esquecimento e estoques de informação. DataGramaZero: revista de Ciência da Informação, Rio de Janeiro, v.1, n.3, p.1-13, ago. 2000. Disponível em: <http://www.dgz.org.br/>. Acesso em: 13 jul. 2003. e) DODEBEI, Vera. Patrimônio e memória digital, Morpheus : revista eletrônica em Ciências Humanas, Rio de Janeiro, ano 4, n. 8, p.1-13, 2006. Disponível em: <http://www.unirio.br/morpheusonline/numero08-2006/veradodebei.htm>. Acesso em: 10 jun. 2010. |
Postado por Edna, CIN/UFSC às 19:44:53
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Leiuturas 8 maio
8 | abr. | 08 | a) VAZ, Paulo. Mediação e tecnologia. In: MARTINS, Francisco Menezes; SILVA, Juremir Machado da (Org.). A genealogia do virtual. p.216 -238. b) DREIFUSS, Reneé A. Tecnobergs globais, mundialização e planetariazação, In: MORAES, Denis de. Por uma outra comunicação: mídia, mundialização cultural e poder. p.105-137. c) GONZÁLEZ DE GÓMEZ, Maria Nélida. E-Topia, Inclusão Social, Brasília, v. 1, n. 2, p. 51-59, abr./set. 2006. d) ALMEIDA, Marco Antônio de. Mediações da cultura e da informação: perspectivas sociais, políticas e epistemológicas Tendências da Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação , v. 1, n. 1, p.1-10, 2008. e) BARBER, Benjamin R. Cultura McWorld. In: MORAES, Denis de (Org.). Por uma outra comunicação: mídia, mundialização cultural e poder. p.41-56. |
Postado por Edna, CIN/UFSC às 02:10:59
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Zigmunt Bauman: 'Estamos constantemente correndo atrás. O que ninguém sabe é correndo atrás de quê'
Por:Karla Monteiro RIO - Professor emérito das universidades de Leeds e de Varsóvia, 83 anos, autor de best-sellers como "O mal-estar da pós-modernidade", "Modernidade líquida" e "Amor líquido", o sociólogo polonês Zigmunt Bauman é um ferrenho analista das consequências sociais do que conhecemos como progresso. Nesta entrevista por email, ele discorreu sobre a correria do nosso tempo com o seu jeito claro, objetivo e muito particular. O GLOBO: O que mudou na nossa percepção do tempo com o avanço das tecnologias de comunicação? Por que andamos com tanta pressa? ZIGMUNT BAUMAN: Na sociedade contemporânea, somos treinados desde a infância a viver com pressa. O mundo, como somos induzidos a acreditar, tornou-se um contêiner sem fundo de coisas a serem consumidas e aproveitadas. A arte de viver consiste em esticar o tempo além do limite para encaixar a maior quantidade possível de sensações excitantes no nosso dia-a-dia. Essas sensações vêm e vão. E desaparecem tão rapidamente quanto emergem, seguidas sempre de novas sensações a se perseguir. A pressa - e o vazio - é fruto disso, das oportunidades que não podemos perder. Elas são infinitas se acreditamos nelas. O GLOBO: Como chegamos a esse ponto de estresse e, talvez, cegueira? ZIGMUNT BAUMAN: Cegueira? Depende de como você olha para o comportamento atual. Muitas pessoas, especialmente os jovens que nunca viram outras formas de viver, diriam que eles mantêm os olhos e os ouvidos muito abertos, e estão muito mais alertas e vigilantes do que os mais velhos, que viveram épocas menos frenéticas. Eles diriam mais: que estando tão alertas, e rapidamente pegando no ar as possibilidades, eles são os sábios, os que sabem viver a sua época. Esse ritmo é o ritmo do tempo que habitam, um tempo que abortou o que eu chamaria de tempo livre, o tempo não preenchido com o consumo de imagens, sons, gostos e sensações táteis. Somos dependentes dos estímulos externos: as mensagens que chegam no celular, o iPod, as conversas pela internet. A alternativa para o tempo não preenchido com esses estímulos não é mais vista como tempo de reflexão, de auto-questionamento, de conversa consigo mesmo, mas de tédio. Nós somos seres que se escoram no que vem de fora. Perdemos a capacidade de nos auto-estimular. Estar sozinho - a liberdade de gastar o tempo com nossos próprios pensamentos, per$e sonhada por nossos ancestrais - é identificado hoje com solidão, com abandono, com a sensação de não pertencer. No MySpace, no Facebook ou no Twitter, o ser humano enfim conseguiu abolir a solidão, o olho no olho consigo mesmo. O GLOBO: O que o senhor apontaria como o epicentro da aceleração que tornou o mundo tão rápido e tão raso ao mesmo tempo? ZIGMUNT BAUMAN: A sociedade pegou a estrada de uma vida orientada somente pelo consumo. O ser humano autossuficiente e satisfeito nas suas necessidades materiais ou espirituais perdeu o jogo para o mercado. Qualquer caminho que satisfaça os desejos e que não esteja ligado a compras e lucros é amaldiçoado. Vivemos o tempo do conecta e desconecta. O GLOBO: Quando visitamos lugares como o Tibete temos a impressão de que eles vivem outro tempo, que têm um relógio diferente do nosso. Quem está mais próximo do tempo real, os tibetanos ou os nova-iorquinos, por exemplo? ZIGMUNT BAUMAN:O tempo jorra em todos os lugares. E nós envelhecemos no Tibete ou em Nova York. Mas a experiência da passagem do tempo nós organizamos de maneira diferente, dependendo da sociedade em que estamos inseridos. Na maior parte da história da Humanidade, tínhamos basicamente duas formas de organização: o tempo cíclico, que se repete dia após dia, ano após ano, vivido pelas sociedades agrárias, como o Tibete. E o tempo linear, que marcha, move em direção ao futuro, dominante nas sociedades industriais e que expressa essa ideia de modernidade, progresso. O que estamos percebendo em Nova York - ou no Rio - é uma terceira e relativamente nova organização do tempo, que ganha terreno no que eu chamo de modernidade líquida: uma forma de vivenciar a passagem do tempo que não é nem cíclica e nem linear, um tempo sem seta, sem direção, dissipado numa infinidade de momentos, cada um deles episódico, fechado e curto, apenas frouxamente conectado com o momento anterior ou o seguinte, numa sucessão caótica. As oportunidades são imprevisíveis e incontroláveis. Então a vigilância sem trégua parece imprescindível. Esse tempo da modernidade líquida gera ansiedade e a sensação de ter perdido algo. Não importa o quanto tentamos, nunca estaremos em dia com o que aparentemente nos é oferecido. Vivemos um tempo em que estamos constantemente correndo atrás. O que ninguém sabe é correndo atrás de quê. Fonte: http://extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/zigmunt-bauman-estamos-constantemente-correndo-atras-que-ninguem-sabe-correndo-atras-de Postado por Juliana Fachin
Postado por Para todos às 12:49:59
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Cadernos Zygmunt Bauman - ISSN 2236-4099
Postado por: Juliana Fachin
Postado por Para todos às 12:43:30
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São Paulo, terça-feira, 24 de abril de 2012  |
| Karine Pansa A rosa da sabedoria Houve, entre 2009 e 2010, um aumento de 8,3% no número de livros comercializados no Brasil. Enquanto isso, o preço médio do livro está caindo Erevan, sede do governo e maior município da Armênia, assumiu oficialmente ontem, 23 de abril, a condição de capital mundial do livro de 2012, sucedendo Buenos Aires. Nessa data, transcorre o Dia Mundial do Livro e dos Direitos do Autor, instituído em 1995 e comemorado desde 1996 pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), que a cada ano outorga o título a uma cidade. Para os brasileiros, principalmente os paulistanos, a comemoração em 2012 é tão especial quanto para o povo armênio, pois teremos a 22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, o grande momento da leitura em nosso país. O evento contribuirá para que o acesso ao livro continue crescendo, conforme tendência revelada na última edição da Pesquisa sobre Produção e Vendas do Mercado Editorial Brasileiro: expansão, entre 2009 e 2010, de 8,3% do número de exemplares comercializados, considerando-se apenas o movimento em livrarias, internet e porta a porta, dentre outros canais, excluindo compras governamentais e de entidades sociais. Por outro lado, o faturamento relativo a esse recorte mercadológico da comercialização sofreu um decréscimo real de 2,24% (já descontada a inflação). Isso significa que o preço médio do livro diminuiu 4,42% em 2010. Entre 2008 e 2009, a pesquisa anual da Câmara Brasileira do Livro (CBL) e Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), realizada pela Fipe, já havia registrado redução de 3,52% nos preços. Os números evidenciam que a atividade do setor editorial transcende em muito ao universo dos negócios. Não basta produzir e vender livros. É preciso viabilizar a multiplicação do acesso à leitura. Ler deve ser um direito inerente à cidadania e uma ferramenta de disseminação da cultura, do aperfeiçoamento da educação e da garantia de independência. Com certeza, a Bienal Internacional do Livro de São Paulo contribui muito para o sucesso dessa meta, dada a sua dimensão, alcance, atratividade de novos leitores e capacidade de despertar o gosto pelas letras em milhares de crianças, jovens e adultos. Por essa razão, o evento é uma das mais relevantes ações da Câmara Brasileira do Livro (CBL) no exercício de seu compromisso de viabilizar a democratização da leitura. Essa é uma responsabilidade que o setor privado, por meio de suas entidades de classe, tem de compartilhar com o poder público. Portanto, há este ano, no Brasil, um caráter ímpar para o Dia Mundial do Livro, que enaltece a imortalidade de Cervantes e Shakespeare, falecidos em 23 de abril de 1616, e celebra o nascimento de autores como Maurice Druon, K. Laxness, Vladimir Nabokov, Josep Pla e Manuel Mejía Vallejo. Além da vida e obra desses grandes nomes da literatura, outra ideia inspiradora da Unesco para instituir a data advém da tradição catalã, na Espanha, de, também nesse dia, dar uma rosa a quem compra um livro. É a rosa da sabedoria, da liberdade e do desenvolvimento.
Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo. debates@uol.com.br |
Postado por Edna, CIN/UFSC às 12:25:40
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Depois da SOPA, a CISPA
- 22 de abril de 2012|
- 18h36|
Por Carla Peralva Mais uma sigla surgiu para preocupar a internet. Depois de Sopa, Pipa e Acta, agora é vez da Cispa suscitar protestos na rede. SÃO PAULO – O Cyber Intelligence Sharing and Protection Act (Lei de Proteção e Compartilhamento de Inteligência Cibernética) – ou Cispa – é um projeto de lei que dispõe sobre o “compartilhamento de informações e inteligência sobre segurança digital” e que está em trâmite na Câmara dos Deputados dos Estados Unidos desde o fim do ano passado, ainda sem data para ser votado. A proposta pretende melhorar o poder dos EUA para combater crimes e ataques virtuais, promovendo e incentivando a troca de informações entre governo federal, agências de segurança e empresas privadas. Ficaria, assim, permitido que provedores de internet, redes sociais e qualquer outra entidade privada repassem (e troquem entre si) informações “que digam respeito a ciberameaças” para o governo qualquer ordem judicial. E que o governo faça o mesmo, compartilhando com empresas as pistas sobre possíveis ataques. Quaisquer informações – incluindo dados pessoais de usuários estrangeiros publicados em redes sociais – podem entrar nessa rede de troca de dados. Basta que alguma das entidades contempladas pela lei julgue necessário divulgá-las para manter a segurança de redes dos EUA. E não há garantias de como essas informações serão usadas. “Informações privadas podem ser compartilhadas a despeito de qualquer outra disposição de lei”, diz o texto. Isso significa que as disposições da Cispa poderiam passar por cima de todas as garantias de privacidade de dados vigentes nos EUA. Movimento. Indignadas, agências de defesa da liberdade na internet proclamaram a semana passada como a “Semana contra a espionagem virtual”, aos moldes dos protestos que resultaram no adiamento indefinido da votação da Sopa no Congresso. A Semana articulou usuários, grupos hackers e entidades civis. Mas não as empresas de tecnologia. Desta vez, ao contrário da mobilização contra a Sopa, companhias como Facebook, Microsoft, Intel, IBM e Oracle se declaram publicamente a favor da aprovação da Cispa. As empresas argumentam que é necessário ter uma forma mais efetiva e menos onerosa de compartilhar conhecimento sobre ameaças digitais para proteger melhor seus usuários e suas patentes. Se a Sopa não era interessante para as empresas de tecnologia, pois dava a elas a prerrogativa de monitorar seus usuários e as considerava responsáveis pelos atos deles na rede, a Cispa tira toda a responsabilidade e a repassa para entidades governamentais. O projeto ainda determina que uma empresa não pode ser processada por um usuário por entregar ao governo as informações dele que se encaixem na lei. Segundo Michael Rogers, um dos deputados proponentes da Cispa, a ideia é proteger os Estados Unidos de roubos de propriedades intelectuais que, nas mãos de concorrentes externos, colocam as indústrias do país em uma desvantagem competitiva injusta. Além disso, ainda segundo o congressista, a Cispa “visa somente proteger a rede norte-americana de computadores de ataques hackers em nome da segurança nacional”. Além de acusar a Cispa de potencialmente criar um estado de vigilância permanente, os advogados Rainey Reitman e Lee Tien, da Electronic Frontier Foundation (EFF), dizem que o texto da proposta usa uma linguagem ampla para definir o que é uma ameaça virtual, o que deixa a porta aberta para abusos. “Isso é um pequeno pedaço da Sopa enrolado em uma lei que foi supostamente pensada para facilitar a detecção e a defesa contra ameaças à segurança da rede”, disseram eles em entrevista por e-mail. “A linguagem é tão vaga que um provedor de internet poderia usar a lei para monitorar as comunicações de seus clientes para achar possíveis violações de direitos de propriedade intelectual.” A EFF argumenta, ainda, que não é necessário que a sociedade abra mão dos direitos de privacidade em nome da segurança virtual. A Casa Branca parece concordar com a agência. Em nota oficial, a presidência diz que um projeto desse tipo deve ter “robustas salvaguardas para a privacidade e os direitos civis dos cidadãos norte-americanos”. Fonte: <http://blogs.estadao.com.br/link/depois-da-sopa-a-cispa/>. Postado por: Viviany Cardoso Jacob.
Postado por Para todos às 02:39:43
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Maffesoli, Volton, Castells e Almeida
Michel MAFFESOLI video entrevista: http://vimeo.com/23463167 vejam exemplo de demonstração de poder dos voluntários - http://www.youtube.com/watch?v=T7GzfMD6LHs Michel Maffesoli, sociólogo da pós-modernidade Sociólogo francês, professor titular da cadeira Emile Durkheim na Sorbonne, Michel Maffesoli é um dos mais importantes pensadores da pós-modernidade, contribuindo para a integração, no pensamento racional cartesiano dominante, de parâmetros humanos como o onirismo, o lúdico e o imaginário, criando assim a idéia de razão sensível.Florence Dravet Comunicóloga Universidade Católica de Brasilia Ed. Thesaurus Com a expressão provocadora “as cidades contemporâneas são povoadas por tribos”, defende que, na sua pluralidade de origens e comportamentos, as sociedades não nascem da redução da diversidade a um elemento centralizador único, mas da conjunção de elementos díspares. O zen, o candomblé e valores africanos, por exemplo, estão presentes nas ações do cotidiano da sociedade pós-moderna: na maneira de vestir, de festejar, de se alimentar etc. Característica da pós-modernidade, a lógica da conjunção para unicidade é algo que vivemos, embora a intelligentsia – acadêmicos, políticos, imprensa – ou seja, os que têm o poder de dizer e fazer, permaneçam dominados pelo pensamento racional moderno. A pós-modernidade não se fundamenta em distinções precisas e simples, mas em uma complexidade que integra tudo e seu contrário, inclusive esse paradoxo. O seu último livro A Parte do Diabo – Resumo da Subversão Pós-Moderna (Record, 2004) trata da compensação entre bem e mal, ambos presentes e necessários para as sociedades construírem seu equilíbrio. A dicotomia bem/mal seria tão somente um produto da sociedade moderna racionalista. Outros livros de Michel Maffesoli traduzidos e publicados no Brasil: A conquista do presente (Rocco, 1984) O tempo das tribos (Forense, 1987) A transfiguração do político (Sulina, 1997) Sobre o nomadismo (Record, 2001)
Dominique Wolton http://www.youtube.com/watch?v=dqWq2Tdjie4 O sociólogo francês Dominique Wolton , 56 anos, é autor do consagrado “ Elogio do Grande Público, uma teoria crítica da televisão ” (1990), no qual contraria os discursos apocalípticos sobre a mídia com argumentos originais; é pesquisador do prestigioso C.N.R.S (Centro Nacional de Pesquisa da França), diretor da revista científica Hermès, e um dos grandes especialistas europeus em política e comunicação. Ao longo de três décadas de pesquisa e reflexão, publicou mais de 16 livros, entre os quais “Terrorismo e Mídia” (1988), “ War Game – A Informação e a Guerra” (1992), “ A Última Utopia” (1993), “Pensar a Comunicação” (1997) e “ Internet, e Depois?” (1999). Este último – que fala da revolução tecnológica na segunda metade do século XX – foi lançado no Brasil em 2003 pela editora Sulinas| | Michel Maffesoli, sociólogo da pós-modernidade Sociólogo francês, professor titular da cadeira Emile Durkheim na Sorbonne, Michel Maffesoli é um dos mais importantes pensadores da pós-modernidade, contribuindo para a integração, no pensamento racional cartesiano dominante, de parâmetros humanos como o onirismo, o lúdico e o imaginário, criando assim a idéia de razão sensível.Florence Dravet Comunicóloga Universidade Católica de Brasilia Ed. Thesaurus Com a expressão provocadora “as cidades contemporâneas são povoadas por tribos”, defende que, na sua pluralidade de origens e comportamentos, as sociedades não nascem da redução da diversidade a um elemento centralizador único, mas da conjunção de elementos díspares. O zen, o candomblé e valores africanos, por exemplo, estão presentes nas ações do cotidiano da sociedade pós-moderna: na maneira de vestir, de festejar, de se alimentar etc. Característica da pós-modernidade, a lógica da conjunção para unicidade é algo que vivemos, embora a intelligentsia – acadêmicos, políticos, imprensa – ou seja, os que têm o poder de dizer e fazer, permaneçam dominados pelo pensamento racional moderno. A pós-modernidade não se fundamenta em distinções precisas e simples, mas em uma complexidade que integra tudo e seu contrário, inclusive esse paradoxo. O seu último livro A Parte do Diabo – Resumo da Subversão Pós-Moderna (Record, 2004) trata da compensação entre bem e mal, ambos presentes e necessários para as sociedades construírem seu equilíbrio. A dicotomia bem/mal seria tão somente um produto da sociedade moderna racionalista. Outros livros de Michel Maffesoli traduzidos e publicados no Brasil: A conquista do presente (Rocco, 1984) O tempo das tribos (Forense, 1987) A transfiguração do político (Sulina, 1997) Sobre o nomadismo (Record, 2001) | |
Manuel Castells http://www.youtube.com/watch?v=lHVzOggtVvg&feature=related |
| | Marco Antônio de Almeida Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 2 Bacharel em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP), possuindo título de mestre em Sociologia pela mesma instituição. Doutor em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), na área de Cultura e Política. Atualmente, é professor-doutor da Universidade de São Paulo, no curso de Ciências da Informação e Documentação da FFCLRP-USP. Também é professor e orientador no programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da ECA-USP. Coordenador do GT "Mediação, Circulação e Apropriação da Informação" do ENANCIB (2011-2012). Pesquisa e trabalha principalmente nas seguintes áreas: teoria social da comunicação e da informação; mediação e ação cultural; sociologia da cultura, sociabilidade e novas tecnologias; políticas culturais e da informação. (Texto informado pelo autor) Última atualização do currículo em 28/03/2012 Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/1950508075947990
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Postado por Edna, CIN/UFSC às 00:15:50
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Programação 24 abril
abr. | 24 | a) CASTELLS, Manuel. Internet e sociedade em rede. In: MORAES, Denis de (Org.). Por uma outra comunicação: mídia, mundialização cultural e poder. p.255-287. b) MAFFESOLI, Michel. A comunicação sem fim. In: MARTINS, Francisco Menezes; SILVA, Juremir Machado da (Org.). A genealogia do virtual. p.20-32. c) WOLTON, Dominique. Pensar a Internet. In: MARTINS, Francisco Menezes; SILVA, Juremir Machado da (Org.). A genealogia do virtual. p.149-156. d) ALMEIDA, Marco Antônio de. A produção social do conhecimento na sociedade da informação. Informação & Sociedade: estudos, João Pessoa, v.19, n.1, p. 11-18, jan./abr. 2009. |
Postado por Edna, CIN/UFSC às 23:54:59
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Os nossos dias têm só 16 horas?
O que você acha da afirmação do teólogo Leonardo Boff (até publicada no Jornal do Brasil em 2004), segundo a qual uma variação na freqüência de ressonância do campo magnético terrestre, conhecida por Ressonância Schumann, teria reduzido a duração do dia para apenas 16 horas?
Alguns físicos até atestam a teoria através de relógios atômicos posicionados fora do planeta e que comprovaram a tese. O tempo passa ou parece passar mais rápido por causa desta variação? O físico alemão Winfried Otto Schumann constatou em 1952 que a Terra é cercada por uma campo eletromagnético poderoso que se forma entre o solo e a parte inferior da ionosfera, cerca de 100km acima de nós. Esse campo possui uma ressonância mais ou menos constante, da ordem de 7,83 pulsações por segundo. Funciona como uma espécie de marca-passo, responsável pelo equilíbrio da biosfera, condição comum de todas as formas de vida. Verificou-se também que todos os vertebrados e o nosso cérebro são dotados da mesma frequência de 7,83Hz (hertz). Boff afirma: "Por milhares de anos as batidas do coração da Terra tinham essa freqüência de pulsações e a vida se desenrolava em relativo equilíbrio ecológico. Ocorre que a partir dos anos 80 e de forma mais acentuada a partir dos anos 90 a freqüência passou de 7,83 para 11 e para 13 hertz por segundo. O coração da Terra disparou. Coincidentemente desequilíbrios ecológicos se fizeram sentir: perturbações climáticas, maior atividade dos vulcões, crescimento de tensões e conflitos no mundo e aumento geral de comportamentos desviantes nas pessoas, entre outros. Devido a aceleração geral, a jornada de 24 horas, na verdade, é somente de 16 horas. Portanto, a percepção de que tudo está passando rápido demais não é ilusória, mas teria base real neste transtorno da ressonância Schumann." Uma pesquisa por "ressonância de Schumann" ou "Schumann resonance" no Google, revela centenas de endereços em português e, claro, dezenas de milhares de outros em inglês. A maior parte das páginas que visitei reforçam a idéia de Boff de que as alterações na tal Ressonância é a responsável pelas dissonâncias em nosso mundo. Encontrei explicações sobre tudo, das mudanças climáticas globais aos atentados terroristas. Descobri até que por módicos 249,95 dólares, pode-se comprar um simulador de ressonância de Schumann para toda a casa, ou um para carregar no bolso ($ 169,99). Curiosamente, entre as páginas em português, boa parte delas apenas comentava o artigo de Boff.
Repita a pesquisa no Scirus (www.scirus.com), que é uma ferramenta de busca mais restrita às páginas de instituições científicas, e ainda encontramos duas mil respostas. Mas agora o foco muda. A maior parte das páginas parece discutir questões geofísicas do planeta.
Então, vamos olhar no Web of Science. Para usar esta ferramenta é necessário estar conectado a partir de uma instituição que assine o serviço. O Web of Science retorna somente artigos publicados em revistas científicas indexadas. Agora temos apenas 47 respostas. Destas, apenas duas mencionam alguma correlação entre a ressonância de Schumann e o ser humano, referindo-se a dois artigos do cientista ambiental Neil Cherry em obscuras revistas.
O fato de haver tão poucas referências qualificadas a respeito da suposta influência da ressonância de Schumann sobre os seres humanos, também é uma boa indicação de há algo errado.
Mas afinal, o que são estas tais ressonâncias?
A radiação solar e outras fontes cósmicas quando atingem nosso planeta, colidem com as moléculas das camadas superiores da atmosfera. Estas moléculas excitadas com a energia da colisão, perdem um ou mais elétrons e adquirem uma carga elétrica total diferente de zero. Esta camada de moléculas ionizadas, com o óbvio nome de ionosfera, tem cerca de 500 km de espessura e fica a cerca de 50 km de altitude.
Entre a superfície onde estamos e a ionosfera há uma diferença de potencial de 50 mil Volts. De forma simplificada, o planeta assemelha-se a um capacitor esférico. Uma das placas é a superfície, essencialmente metálica, da Terra. A outra, a ionosfera. Entre as duas está uma grossa camada isolante (dielétrica) de ar. A radiação eletromagnética permanece presa entre estas duas placas propagando-se ao redor do planeta como ondas. Num regime estacionário, que ocorre quando não se espera variação abruptas de campos eletromagnéticos, estas ondas vibram com uma certa freqüência de ressonância, que é a chamada ressonância de Schumann.
Como a circunferência da Terra é de 40 mil km, as ondas eletromagnéticas, que se propagam a 300 mil km/s, podem dar 7,5 voltas no planeta em apenas um segundo. Isto estabelece o valor básico para a freqüência de ressonância em 7,5 Hz.
As medições mostram que a freqüência fundamental de Schumann tem um valor de 7,8 Hz, bem próximo ao que grosseiramente estimamos acima. Mas a radiação eletromagnética também apresenta outros picos de ressonância em 14, 20, 26, 33, 39 e 45 Hz. Assim o mais adequado seria falar de ressonâncias de Schumann.
Diz Boff: Gaia, esse super-organismo vivo, que é a Mãe Terra, deverá estar buscando formas de retornar ao seu equilíbrio natural. E vai consegui-lo, mas não sabemos a que preço, a ser pago pela biosfera e pelos seres humanos. Apenas enfatizo a tese recorrente entre grandes cosmólogos e biólogos de que a Terra é, efetivamente, um superorganismo vivo, de que Terra e humanidade formamos uma única entidade, como os astronautas testemunham continuamente lá de suas naves espaciais. Nós, seres humanos, somos Terra que num momento de sua evolução começou a sentir, a pensar, a amar e a venerar, e hoje, a se alarmar. Porque somos isso, possuimos idêntica natureza bioelétrica e estamos envoltos pelas mesmas ondas ressonantes Schumann. Fonte: http://fim-do-mundo-2012.blogspot.com
Fonte do Artigo: <http://www.rea.pt/forum/index.php?topic=29020.0> Postado por Juliana Fachin.
Postado por Para todos às 09:29:04
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Paulo Vaz é Professor-Adjunto da UFRJ e pesquisador do CNPq. Mestre em filosofia pela PUC-Rio e doutor em Comunicação pela ECO-UFRJ, concluiu seu pós-doutorado na Universidade de Illinois – Chicago.
Seus cursos mais recentes apresentaram uma investigação sobre o papel das tecnologias da informação e da comunicação na passagem da Modernidade à Pós-Modernidade. Tendo como principal meditação a relação entre pensamento e tecnologia e de que maneira a tecnologia nos força a retomar o pensamento como questão.
Seu projeto de pesquisa atual analisa a retórica do risco nos meios de comunicação, privilegiando como objetos de investigação empírica os cuidados com
Postado por Edna, CIN/UFSC às 05:24:40
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Pierre Musso – Professor de ciências da informação e da comunicação da Université Rennes II e pesquisador do Departamento de Ciência Política da Université Paris I. Publicou, entre outros títulos, Critique des réseaux e Télécommunications et philosophie des réseaux (ambos pela PUF).
Postado por Edna, CIN/UFSC às 05:23:30
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Pierre Lévy é filósofo. Nasceu em 1956, na cidade de Túnis (Tunísia). Realizou seus estudos na França, doutorou-se em Sociologia e em Ciências da Informação e da Comunicação. Lecionou em várias universidades de Paris e Montréal. Atualmente é professor da UQTR (Université du Québec à Trois-Rivières), na cidade de Quebec, Canadá. Presta serviço a vários governos, organismos internacionais e grandes empresas sobre as implicações culturais das novas tecnologias. É autor de uma dezena de obras filosóficas sobre a cultura do mundo virtual e as novas tecnologias
Postado por Edna, CIN/UFSC às 05:17:44
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Programação aul 17/04
Postado por Edna, CIN/UFSC às 03:33:32
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